Repertório
em atividade
Cafe Müller/ 2012
Coreografia: Pina Baush
Adaptação e direção: Pollyanna Monteiro
Pesquisa e cenário: Paulo Michelotto
Iluminação: Cleison Ramos
Figurino e maquiagem: Leandro Regueira e Guilherme Kokeny
Bailarinos- intérpretes: Diogo Lins, Ed Rodrigues, Gabi Beltrão, Gardênia
Coleto, Gervásio Braz, Ju Torres, Paulo Michelotto e Roberto Silveira.
Duração: 30']
Como se fosse morrer hoje/ 2011
Texto: Pollyanna Monteiro e Paulo Michelotto
Performance musical: Pollyanna Monteiro e César Jeansen
Direção Musical: César Jeansen
Duração: 1h
Aleteia/ 2010
Texto: Pollyanna Monteiro, Paulo Michelotto e Heidegger
Coreografia: Pollyanna Monteiro e Paulo Michelotto
Performance: Pollyanna Monteiro
Cenário: Paulo Michelotto
Figurino: Pollyanna Monteiro e Paulo Michelotto
Maquiagem: Pollyanna Monteiro
Iluminação: Pedro Cardoso
Duração: 30'
Ophélia/ 2008
Texto: Paulo Michelotto, Pollyanna Monteiro e William Shakespeare
Pesquisa e concepção: o grupo
Elenco: Pollyanna Monteiro, Evandro Mesquita/ Paulo Michelotto e o público
Design de cena, voz e corpo: Paulo Michelotto e Pollyanna Monteiro
Design de moda: Ilza Marie, Pollyanna Monteiro e Paulo Michelotto
Design de luz: Cleison Ramos
Trilha sonora: Paulo Michelotto
Duração: 50'
Carta à Rainha Vitória/ 2007
Texto: Bob Wilson
Performance: Pollyanna Monteiro e Sidmar Gianette
Duração: 20'
Cidadela/ 2005
Texto: A. Saint- Exupèry
Tradução: Paulo Michelotto
Coreografia: Paulo Michelotto e Pollyanna Monteiro
Performer: Pollyanna Monteiro
Cenário: Paulo Michelotto
Figurino e maquiagem: Pollyanna Monteiro
Trilha sonora: Paulo Michelotto, Pollyanna Monteiro e o público
Iluminação: Cleison Ramos
Duração: 40'
Coriolano/ 2004
Texto: T. S. Eliot
Tradução: Paulo Michelotto
Coreografia: Paulo Michelotto e Pollyanna Monteiro
Performer: Pollyanna Monteiro
Cenário: Paulo Michelotto
Figurino e maquiagem: Pollyanna Monteiro e Paulo Michelotto
Trilha sonora: Sérgio Xocolate
Duração: 40']
A dança do outro/ 2004
Texto: Paulo Michelotto
Performer: Pollyanna Monteiro
Duração: depende do público
Berceuse/ 2003
Texto: Samuel Beckett/ tradução: Paulo Michelotto
Coreografia: Paulo Michelotto e Pollyanna Monteiro
Performer: Pollyanna Monteiro
Cenário: Paulo Michelotto
Figurino e maquiagem: Pollyanna Monteiro e Paulo Michelotto
Trilha sonora: Paulo Michelotto e o público
Iluminação: Cleison Ramos
Duração: 20'
Os Sete Selos/ 2003
Texto: F. Nietzsche
Tradução: Paulo Michelotto
Coreografia: Paulo Michelotto, Pollyanna Monteiro e Thaís Bicalho
Bailarinas- interprétes: Pollyanna Monteiro e Thaís Bicalho
Cenário: Paulo Michelotto
Figurino e maquiagem: Pollyanna Monteiro, Thaís Bicalho e Paulo Michelotto
Trilha sonora: Philipe Glass
Iluminação: Paulo Michelotto
Duração: 50'
Souffle/ 2002
Texto: Samuel Beckett/ tradução: Paulo Michelotto
Coreografia: Paulo Michelotto, Pollyanna Monteiro e Thaís Bicalho
Bailarinas- interprétes: Pollyanna Monteiro e Thaís Bicalho
Cenário: Paulo Michelotto
Figurino e maquiagem: Pollyanna Monteiro, Thaís Bicalho e Paulo Michelotto
Iluminação: Paulo Michelotto
Duração: 20'
Taliban/ 2001
Texto: Paulo Michelotto
Coreografia: Paulo Michelotto e Pollyanna Monteiro
Performer: Pollyanna Monteiro
Figurino e maquiagem: Pollyanna Monteiro e Paulo Michelotto
Duração:10'
Rodas de Improvisação/ Desde 1996
Texto: a partir dos temas dados pelo público.
Duração: depende do contexto.
Rodas
de improvisação
Pode ser uma praça, uma rua, um metrô...
Lá, pedimos às pessoas, temas para improvisarmos histórias ou intervenções
curtas e poéticas.
O mais legal é que não as façamos para público, mas que ele se sinta seduzido a
construí- las conosco.
E podemos dizer uma coisa com muita certeza: uma vez dentro da roda, pra sempre
dendro dela.
É vício!!!
Um improvisador vê em tudo uma situação para virar cena!!!
Nossas rodas duram o tempo que a ocasião permitir.
Podem ser de meia hora, como de quatro horas, por exemplo!!!
Pode até durar três minutos, já que cada improviso vale por uma peça de
qualquer grande autor.
Viva à pós- contemporaneidade!!!!
Já andamos por aí fazendo muitos amigos: Praça de Boa Viagem, Nazaré da Mata,
Praça da Várzea, Praça de Barra de Jangada, Carolinas, Hall do CAC, João
Pessoa, Parque Josefa Coelho em Petrolina, Comunidade Nossa Senhora do Loreto,
Parque Dona Lindú, linhas de metrô do Recife, ônibus de Recife, Centro de
Convenções da UFPE, Centro de Convenções de Olinda, Candeias, Escolas Estaduais
de Olinda, Colégio Souza Leão, SBPC, Sesc Piedade, Salvador, Ouro Preto,
Manaus, Rio de janeiro, Polônia, New York, Metz, Paris, Quito.
Abraço grande do DIG a todos vocês!!!
Ophélia
Sinopse
Ophéli
Ophélia é uma peça sobre a beleza e fragilidade da juventude.a é uma peça sobre a beleza e fragilidade da juventude.
Shakespeare
escreveu duas belas peças sobre jovens: Romeu e Julieta & Hamlet.
Jovens no meio do caos político.
A inglaterra não era exatamente um caos,
mas certamente não era nada fácil ser jovem nos tempos de Elizabeth.
Em
Elsinore também não.
Shakespeare nunca disse que Ophélia era uma doidinha.
"Her clothes spread wide...
Till
that her garments, heavy with their drink, pull'd the poor wretch from her
melodious lay to muddy death."
Fez dela apenas uma jovenzinha, futura Rainha e certamente
votada ao extermínio pelo novo rei.
Dois jovens no meio do caos político.
A juventude é sempre esse estado de coragem para enfrentar sua fragilidade.
Ophélia é o lado mais belo da vida.
Hamlet não teve essa sorte, é ferido, torna-se mau, torna-se adulto cedo.
Preferimos Ophélia para conversarmos com jovens, sobre jovens. E política.
Mantivemos sua morte em cena.
"Existe a providência divina até mesmo na queda de um pardal.
Se não for agora, será depois, se não for depois será agora, e, se não for
agora, então será depois.
Estar pronto é tudo.
Se o homem não sabe o que ele
deixa ao partir, que diferença faz o instante em que ele parte."
Quando Ophélia leva esse pardal para o filósofo e músico Coveiro, inicia- se
a nossa peça e o seu fim.
"O resto é silêncio."
Ophélia estreiou em 2008 e está indo para seu quinto ano de temporada.
Participou de festivais e projetos como: Semana de Cênicas da UFPE, The Pulp
Fiction Project,
A Porta Aberta vol. 10, Seminário Internacional de Crítica
Teatral, Mostra Capiba de Teatro e Profesteatro.
Passou pelos palcos do Teatro Milton Baccarelli, do Teatro Joaquim Cardozo,
do Teatro João Pernambuco, da Casa Mecane, do Teatro Capiba, Cine Teatro Leon(
Congonhas/ MG).
Ficha Técnica
Pesquisa e concepção: DIG
Texto: Paulo Michelotto, W. Shakespeare e Pollyanna Monteiro.
Elenco: Pollyanna Monteiro, Evandro Mesquita e o público.
Design de cena, de som, do figurino, das jóias e da shiminawa: Pollyanna
Monteiro e Paulo Michelotto.
Design de luz: Cleison Ramos.
Trilha Sonora: Paulo
Michelotto
Filmagem: Tuah Castilho
Duração: 50'
Classificação: 14 anos
Produção: d'Improvizzo Gang
Cometários, matérias e críticas sobre a peça:
Tαtα ツ:
pooooollyyy!!!!!arrasou como Ofélia, viiiuiuiu!!!???ADOREEEEEI!!!!!Parabéeeeeeeeens!!!beju!
Amanda:
ai ai meu deusss....se deixasse, aprendia todo dia um pouquinho com polly e
paulo. foi tão lindo ver o espetáculo de vocês... diferente de QUASE TUDO que
eu já vi nesse teatro, tinha tanto, tanto, taaaanto amor.foi um alento. alguém
dizendo "passou, passou..." depois de um susto muito grande.tinha
achado que as coisas bonitas de se ver no teatro tinham morrido perto de mim.
mas ainda bem que não.
17 DE DEZEMBRO DE 2010
PRAGENTESEJUNTAR+
Aleteia
Sinopse:
Os gregos não têm a palavra verdade.
Eles têm o termo ALETEIA que significa: nunca esquecer, ou aquilo que não se
esquece.
É preciso descortinar algo para conhecê- lo, e, assim, não esquecê- lo.
Vamos navegar na primeira direção do horizonte: o outro.
Este trabalho de Dança- teatro fez sua estréia em 2010, no Teatro Milton
Baccarelli, na Semana de Cênicas da UFPE.
Ficha técnica:
Texto e coreografia: Pollyanna Monteiro e Paulo Michelotto
Música: J.S. Bach
Atriz- bailarina: Pollyanna Monteiro
Tempo: 30'
Produção e realização: d'Improvizzo gang
CIDADELA
Sinopse
"Não foram poucas as vezes em que vi a piedade enganar-se
Até onde você iria para conseguir a piedade de alguém?]
Até onde você iria por pena de alguém?
Cidadela passeia entre esses dois polos, criando um jogo
entre a necessidade de pedir e a necessidade de dar, num esquema de retro- alimentação,
enredando ações, espaços e tempos em círculos viciosos.
Dramaturgicamente, usamos as quatro estações
para situar e ritmar essa dança-teatro-butoh-performance em respeito a nossa linha filosófica de liberdade pós- contemporânea, acompanhada pela música improvisada
seguindo as nuances das passagens do tempo- espaço da cena.
Coreografar é escrever com o coro/público ( koreuon grafein, coreo/grafia).
Performance é a execução pública desta escritura.
A d´Improvizzo Gang re-escreve junto com o público apenas o primeiro parágrafo da primeira página de Citadelle, último livro do Saint-Exupéry.
Nosso Cidadela grava um duplo texto: a inscrição das posições sociais nos corpos das pessoas,
e o texto forte, poético e filosófico sobre as relações humanas de Saint-Exupéry em Citadelle. Coreografar Saint-Éxupéry é repensar com nosso público/coro as imagens que a sociedade grafa, risca , inscreve por sobre corpos que se querem mutilado.
Do tribal ao contemporâneo, os homens escrevem sua identidade própria sobre seus corpos.
O texto de Saint-Éxupéry nos solicita a fazer uma inscrição de negatividade: a do corpo que se anula em auto-piedade, dos corpos que buscam reconhecimento pela sua exposição negativa, pela miserabilidade, auto-comiseração, misericórdia e um sem número de outras pedras com que construímos erradamente as nossas defesas humanas, nossas cidadelas.
Saint-Exupéry em Citadelle fez uma re-escritura de Assim falou Zaratustra de Nietzsche,
Pink Floyd fez a primeira versão performática de Cidadela em The Wall.
Nós seguimos a mesma trilha performática.
A trilha musical é composta de papel jornal, sacos plásticos & viola, violão ou/ e violino, com a participação especial de músicos convidados, como Daniel Albuquerque, Daniel Matos e Felipe Vianna.
ONDE SE DEU ISSO
A estréia de Cidadela foi em 2005, em Metz, na França, pelo Faux Mouvement, na programação de l´Année du Brésil en France.Logo depois, nas Galléries EOF, em Paris, dentro do evento Açucar Invertido.
Aqui no Brasil, foi feita no Hall do Centro de Artes e Comunicação da UFPE, no Centro de Convenções da UFPE e no Teatro Milton Baccarelli & no The Pulp Fiction Project e no Teatro Hermilo Borba Filho.
Ficha Técnica
Texto: Antoine de Saint- Exupéry
Adaptação e Coreografia: Paulo Michelotto e Pollyanna Monteiro
Performer: Pollyanna Monteiro
Composição e execução musical: Músico convidado, Paulo Michelotto,
Pollyanna Monteiro & Público
Figurino e maquiagem: Pollyanna Monteiro
Cenografia: Paulo Michelotto
Iluminação: Cleison Ramos
Fotografia: ©Cláudyo Motta & © Fabiana Alexandre
TEMPO: 40’
Produção: Cia de Teatro e Dança Pós- Contemporânea d'Improvizzo Gang®
Sinopse
"Não foram poucas as vezes em que vi a piedade enganar-se
Até onde você iria para conseguir a piedade de alguém?
Até onde você iria por pena de alguém?
Souffle
Souffle é a menor peça de teatro de Samuel Beckett, dura apenas poucos minutos.
Traduzindo quer dizer Respiração.
Criamos o universo com esse sopro, essa respiração.
Essa é nossa cena.
Nossa dança.
A primeira versão foi dançada por Pollyanna Monteiro e Thaís Bicalho, em Recife e New Yook.
Thaís maravilhou- se com a América e lá conheceu seu marido.
Ou seja, perdemos nossa querida parceira.
Mas ela está feliz e isso é o que importa!!
A segunda versão foi adaptada para uma pessoa, para o Ano do Brasil na França em 2005.
Esta é a que segue até hoje.
Nesta versão, nosso figurino é apenas a respiração.
Caramba, se trata da criação!!!
Tiramos a roupa que por mais leve que fosse pesava.
Fomos censurados!!!
Tentaram nos impedir de dançar, sob ameaça da chegada da polícia.
A televisão francesa desligou as câmeras e se negou a nos filmar.
Pois é!!!
Só por causa de uma roupinha!!
Fizemos sim!
Nada aconteceu.
E um deles ainda disse, quando tudo terminou:
"foi tão inocente, tão puro, tão frágil!"
Texto: Samuel Beckett
Tradução: Paulo Michelotto
Coreografia: Paulo Michelotto, Pollyanna Monteiro e Thaís Bicalho
Intérprete: Pollyanna Monteiro
Iluminação: Paulo Michelotto
Figurino: Pollyanna Monteiro
Produção: Cia de Teatro e Dança Pós- Contemporânea d'Improvizzo Gang
Berceuse
Berceuse
Assim como numa canção de ninar, o texto de Beckett nos embala até o porão da casa de uma mulher que cansada de viver só, vestiu seu mais belo vestido preto, fechou as venezianas e desceu.
Desceu as íngremes escadarias e assentou- se na sua cadeira de balanço.
E se balançou, balançou...
dizendo para si mesma: "Não nunca mais". Até o dia enfim, fim de loga jornada...
Este belo texto com uma tradução impecável, faz de Berceuse um espetáculo nove anos em cartaz.
Locais de apresentações e temporadas: Sesc Piedade, Auditório Jorge Lobo, Hall da UNICAP, UPE- Nazaré da Mata, Centro de Convenções da UFPE, Teatro Arraial, Teatro Milton Baccarelli, Hall do CAC- UFPE, Galeria EOF- Paris, Faux Mouvement- Metz, Brooklin- New York, Teatro Amazonas- Manaus, Centro Cultural de Quito- Equador.
Texto: Samuel Beckett
Tradução: Paulo Michelotto
Criação: Paulo Michelotto e Pollyanna Monteiro
Cenografia: Paulo Michelotto
Figurino: Paulo Michelotto e Pollyanna Monteiro
Performer: Pollyanna Monteiro
Duração: 40'
The
Pulp Fiction Project
A cada semestre é produzida uma grande quantidade de trabalhos provenientes de
disciplinas e de projetos de extensão de professores do Centro de Artes e
Comunicação.
O
The Pulp Fiction Project, tinha como objetivo fazer com que estes produtos
culturais dos cursos de teatro, dança, música, artes visuais e cinema fossem
canalizados para apresentações semanais no Teatro Milton Baccarelli e no Hall
do CAC, proporcionando ao aluno- artista mais chances para mostrar seus
trabalhos ao público universitário (estudantes, professores e funcionários) e à
comunidade local, favorecendo também à formação de público no Centro de Artes e
Comunicação.
Objetivo alcançado e superado!!!
Grupos da cidade do Recife e de outros estados começaram a participar desta
festa cultural! Tem sido maravilhoso este encontro entre grupos mais
experientes com artistas começando a descortinar outros horizontes.
O público também tem vindo de outras regiões do Recife.
Estamos
há dois anos, com espetáculos semanais e com a casa cheia!!!
Alguns grupos e artistas que já passaram por lá: Trupe de Copas, Grupo Graxa de
Teatro, Cia. d'improvizzo Gang, Grupo Acaso, Txaimus, Sérgio Godoy e alunos,
Jorge Féo e grupo, Sérgio Deslandes e alunos, Rafael Barreiros, Janna
Figarella, César Jeansen, Quadro de Cena, Anderson Cavaco, Magiluth, Heloíse
Carvalho, Samuel Bennaton, Cia Máscaras de Teatro, Sidmar Gianete, Grupo Teatro
Navalha, Giullari Del Diavolo, Daniel Barros, Grupo Totem, entre outros.
Gostaríamos de agradecer a todos os artistas que passaram pelo palco do Pulp Fiction! E, claro, ao público que abrilhanta este grande encontro!
O
projeto é coordenado pelo professor Paulo Michelotto, do Departamento de Teoria
da Arte e Expressões Artísticas e sub- coordenado por Pollyanna Monteiro, atriz
e bailarina da Companhia de Teatro e Dança Pós- Contemporânea
d'Improvizzo Gang. Completando a equipe: Allan Wagner( produção e design de
propaganda), César Jeansen(iluminação), Emmanuel
Matheus( documentação), Evandro Mesquita( produção e iluminação), Luiz
Gutemberg(iluminação), Natalie Revôredo(produção e iluminação), Regina
Campello(LAC), Sofia Abreu( produção, apresentação e documentação), Thiago
Blera( produção e design de propaganda), Thiago Tavares( publicidade) e
Túlio(documentação) .
Obrigada também aos amigos que ajudam muito de alguma forma!
Para não esquecer!!!!!!!!!!!!
Local: Teatro Milton Baccarelli e Hall do CAC
Data: Todas às quartas - feiras, exceto feriados e período de férias da UFPE.
Horário: 18:30h( EM PONTO!!!)
Entrada Franca!!!!!!!!!!!!!!!!
Sejam todos bem- vindos!
Parcerias: Cia de teatro e dança d'Improvizzo Gang(DIG), Laboratório de Artes Cênicas(LAC) e Pró- reitoria de extensão(PROEXT)
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